28 de fev de 2012

Franz Bardon - Magia Pratica - O caminho do adepto



Não é fácil expressar em palavras simples um assunto tão elevado como a magia, que na realidade é uma ciência divina, mas o autor conseguiu fazer isso com maestria.
O verdadeiro conhecimento não é acessível só às pessoas especialmente dotadas e previlegiadas, como Franz Bardon, mas muitos estudiosos e discípulos das ciências ocultas não têm a possibilidade de ser iniciados por um mestre ou guia pessoal. Assim, os buscadores autênticos precisam estudar montanhas de livros para, pelo menos de vez em quando, captar uma pequena pérola da verdade.
Entretanto, quem se preocupa seriamente com a própria evolução e persegue o conhecimento sagrado, e não só por curiosidade, encontra nesta obra o verdadeiro guia para a sua iniciação. Nenhum iniciado encarnado, mesmo de uma hierarquia elevada poderá ensinar ao discípulo que dá os seus primeiros passos, mais do que este livro.
O sistema construído com muito cuidado, não é um método especulativo mas o resultado de trinta anos de experiência e pesquisa próprias, exercícios práticos e repetidas comparações com muitos outros sistemas das mais diversas irmandades, sociedades secretas e da sabedoria oriental.
Esta obra tem todo o direito de ser chamada “porta de entrada” à verdadeira iniciação; ela é a primeira chave para a aplicação das leis universais!
Quem porventura pensa em encontrar nesta obra só uma coleção de receitas com as quais poderá alcançar fama, riqueza e poder sem nenhum esforço, ou então tenciona derrotar seus inimigos, com certeza vai se decepcionar e desistir de ler este livro.
Muitas seitas e escolas espirituais vêem no termo "magia" nada além de simples feitiçaria e pactos com os poderes obscuros. Por isso não é de se admirar quando a simples menção da palavra já provoca uma espécie de horror em certas pessoas. Os prestigitadores, mágicos de palco, charlatães, ou como são chamados, fazem um mau uso do conceito de magia, o que até hoje contribuiu muito para que esse conhecimento mágico fosse sempre tratado com um certo desdém.
Já nos tempos antigos os magos eram considerados grandes iniciados; até a palavra "magia" provém deles. Os assim chamados “mágicos” não são iniciados, mas só forjadores de mistérios que geralmente se aproveitam da ignorância e da credulidade de um indivíduo, ou de todo um povo, para alcançar seus objetivos egoístas através da farsa e da mentira. Mas o verdadeiro mago despreza esse procedimento.
Na realidade a magia é uma ciência divina. Na verdadeira acepção da palavra, ela é o conhecimento de todos os conhecimentos, pois nos ensina como conhecer e utilizar as leis universais. Não há diferença entre magia e misticismo, ou qualquer outro conceito com esse nome, quando se trata da verdadeira iniciação. Sem se considerar o nome que essa ou aquela visão de mundo lhe dá, ela deve ser realizada seguindo as mesmas bases, as mesmas leis universais. Levando em conta as leis universais da polaridade entre o bem e o mal, ativo e passivo, luz e sombra, toda ciência pode ser aplicada para objetivos maléficos ou benéficos. Como p.e. uma faca que normalmente só deve ser utilizada para cortar o pão, nas mãos de um assassino pode transformar-se numa arma perigosa. As determinantes são sempre as particularidades do caráter de cada indivíduo. Essa afirmação vale também para todos os âmbitos do conhecimento secreto.
Não poupei esforços no sentido de ser o mais claro possível em cada etapa do curso tomando as grandes verdades acessíveis a qualquer um, apesar de ter encontrado dificuldades para coloca-las em palavras simples, a fim de que fossem compreendidas por todos. Se esse meu esforço deu resultados, é uma constatação que deixo a critério dos leitores. Em alguns casos precisei deliberadamente repetir certas afirmações para enfatizar alguns trechos especialmente importantes e poupar o leitor de um eventual trabalho de folhear constantemente o livro.


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